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Resenha | O Cavaleiro de Rubi, de David Eddings

O-Cavaleiro-de-Rubi-EscrevArte-209x300 Resenha | O Cavaleiro de Rubi, de David EddingsTítulo: O Cavaleiro de Rubi

Trilogia: Elenium – Livro 2

Autor: David Eddings

Editora: Aleph

Páginas: 376

Gênero: Fantasia

Fonte: Cortesia da Editora

Skoob

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Sinopse (Fonte: Skoob) A épica aventura de Sir Sparhawk para salvar sua rainha e seu reino continua nesse clássico da tradição magia e espada.

Sir Sparhawk e seus companheiros partem em busca do o Bhelliom, um poderoso artefato mágico na forma de uma safira esculpida em forma de uma rosa, o único objeto com poder suficiente para curar o veneno administrado na Rainha Ehlana.

RESENHA

Continuando a trilogia “Elenium”, David Eddings desta vez apresenta a obra “O Cavaleiro de Rubi”, segundo volume desta obra que desde as primeiras páginas de “O Trono de Diamante” nos encanta com fantasias e forças ancestrais, luta entre o bem e o mal e figuras nunca imaginadas.

O “Cavaleiro de Rubi” começa exatamente onde “O Trono de Diamantes” terminou, ou seja, depois de conversar com o falecido Rei Aldreas, Sparhawk agora sabe que a única maneira de salvar a rainha Ehlana depois de seu envenenamento é encontrar Bhelliom, a joia de safira que foi esculpida em forma de uma rosa. Cheia de poder dos deuses Troll, Bhelliom é invencível e pode realizar qualquer coisa, qualquer desejo, inclusive salvar a rainha.

No entanto, esta joia está perdida há muito tempo e Sparhawk precisa encontrá-la!

Viajando com seus companheiros, ele se dirige para o local onde uma grande batalha aconteceu no passado e, onde acreditam, Bhelliom está perdida (e ela precisa ser encontrada rapidamente, pois várias criaturas das trevas estão procurando também!).

A jornada de Sparhawk é longa e a cada mês que passa outro cavaleiro guardião da rainha morre. Isso traz muita frustração e dúvida sobre se conseguirão cumprir a tarefa. É uma busca fadada ao fracasso? Nunca encontrarão Bhelliom? E se encontrarem, conseguirão voltar a tempo de salvar a rainha?

O perigo a cada novo cenário é empolgante!

Fiquei entusiasmado com a menina “Flauta” que a princípio parecia mais uma figura coadjuvante para completar a obra, mas ela aos poucos se revela extremamente sábia, corajosa e acaba comandando/orientando/decidindo todo o grupo (Foi ótimo ler os momentos em que ela enfrenta Sparhawk com argumentos que o deixam sem fala rsrs... Lembrando que quando ele é provocado, não é o mais razoável dos homens…).

Apesar do comentário geral que toda série traz – o primeiro volume geralmente é melhor que o segundo – Eddings consegue prender nossa atenção do começo ao fim… Melhor: no primeiro volume, haviam discussões infindáveis sobre políticas do reino e apresentação de novos personagens. Neste há mais ação com um grupo menor de atores o que leva a criação maior de vínculo entre eles.  Sparhawk ainda é muito divertido! Porém, apesar do clima alegre e de diálogo, é surpreendentemente sombrio e violento.

Como o primeiro volume, esta é uma boa leitura para quem gosta de lutas de espadas e de muita fantasia! Ainda quero terminar a trilogia!

Excelente o trabalho da Editora Aleph em suas 369 páginas em papel Pólen. Encontrei erros em algumas palavras que com toda certeza estarão corrigidas numa próxima edição. Recomendo a leitura desta trilogia.

 

Sobre Pedro Moraes

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