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Resenha | O Amante Japonês, de Isabel Allende

46041115-214x300 Resenha | O Amante Japonês, de Isabel AllendeTítulo: O Amante Japonês
Autora: Isabel Allende
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 294
Gênero: Romance
Fonte: Cortesia da Editora

Skoob
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Sinopse (Fonte: Skoob) Uma paixão secreta que perdurou por quase setenta anos. Em 1939, ano da ocupação da Polônia pelos nazistas, Alma Mendel, de oito anos, é enviada pelos pais para viver em segurança com os tios em São Francisco. Lá, ela conhece Ichimei Fukuda, filho do jardineiro japonês da família. Despercebido por todos ao redor, um caso de amor começa a florescer. Depois do ataque a Pearl Harbor, no entanto, os dois são cruelmente separados. Décadas depois, presentes e cartas misteriosos são descobertos trazendo à tona uma paixão secreta que perdurou por quase setenta anos. Varrendo através do tempo e abrangendo diferentes gerações e continentes, ‘O amante japonês’ explora questões de identidade, abandono, redenção, e o impacto incognoscível do destino em nossas vidas.

RESENHA

No intuito de proteger Alma, antes que a Polônia fosse tomada pela guerra, ela é enviada aos EUA para morar com seus tios.

Issac Belasco, se apaixona por aquela menina assustada que chorava todas as noites com saudades dos pais, com uma intensidade igual ou maior que a que nutria por suas filhas. Alma agora era tratada como uma delas.

Os dias vão passando, a dor vai diminuindo e Alma vê em Nathaniel, seu primo e filho mais velho de Isaac, o porto seguro que tanto sentia falta. Nascia uma amizade verdadeira e que duraria até o fim de suas vidas.

Nessa mesma época, Alma conhece Ichimei Fukuda, o filho do jardineiro, e os três vivem dias de alegria, brincadeiras, e cumplicidade que só a verdadeira amizade pode oferecer.

Quando acontece o ataque a Pearl Harbor ( o que provocou a entrada dos EUA na 2ª Guerra Mundial), todos os japoneses e descendentes que viviam nesse País , foram levados para um campo de concentração, tiveram que se afastar, mas nem mesmo a distancia fez com que deixassem de se comunicar. Nascia nesse momento um amor que duraria também até o fim de suas vidas.

O tempo passa e hoje Alma, com seus 80 anos, decide ir morar em Lark House, uma comunidade para idosos, e deixa para traz todo o luxo que sempre viveu. Lá conhece Irina, sua secretária, uma menina cheia de traumas.

A curiosidade pelos mistérios que envolviam as cartas e flores que chegavam para Alma, aproxima Seth, o neto de Alma, e Irina. A partir desse momento, embarcamos numa viagem fascinante pela vida de amor e escolhas de Alma.

Minha opinião: O livro é muito rico em detalhes, com palavras de fácil interpretação, páginas amarelas e uma capa lindíssima! Os capítulos são bem amarrados, é escrito em terceira pessoa e não encontrei erros de português.

O livro fala muito da segunda guerra mundial, dos preconceitos vividos na época, do sofrimento dentro de um campo de concentração, mas principalmente das muitas maneiras de amar.

Os personagens secundários são marcantes, não conseguiria escolher um, todos deixam uma mensagem para reflexão.

“Depende de nós que o amor seja eterno.”

Sobre Renata Maiochi

Sou Renata... esposa, filha, amiga, e apaixonada pela vida! Administradora e leitora compulsiva. Livros alimentam meu vício e me fazem uma pessoa diferente a cada contra capa que fecho.

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